2017/05/06

Tríplice Hélice: prerrogativa para o desenvolvimento das Nações.

            
Nas grandes Nações Soberanas a Tríplice Hélice esteve girando durante a Primeira Revolução Industrial (entre os séculos XV e meados do século XVIII) quando o trabalho artesanal passou a ser substituído pelo trabalho assalariado e com o uso das máquinas.

DIAS, C. M. D. - 2016

A Tríplice Hélice garantiu o desenvolvimento da Indústria 2.0 (Segunda Revolução Industrial) a partir de 1860 com o emprego do aço, da energia elétrica e de produtos químicos, promovendo, em contrapartida, a transformação do capitalismo industrial em capitalismo financeiro. 

Iniciava-se por volta de 1970 a RI 3.0 (Terceira Revolução Industrial) com o desenvolvimento da Informática e da Robótica. A Indústria 3.0 chamou mais fortemente a integração entre conhecimento científico e a produção industrial promovendo, também, a instrumentalização da Economia Financeira (Economia de Mercado) onde a atuação da Tríplice Hélice foi apenas fundamental.

Uma Quarta Revolução Industrial (Indústria 4.0 ou RI 4.0), marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas aplicadas aos processos de produção e ao cotidiano das pessoas, já começou e vem evoluindo de forma intensificada e com velocidade cada vez mais ampliada sendo incondicionalmente garantida e impulsionada pela união de forças entre Academia, Indústria e Governo nos mundos que estabelecem Projetos de Estado centrados em semelhante simbiose.

Chegar mais uma vez atrasado na atual Revolução Industrial custará, como sempre foi, muito caro ao nosso Brasil. Nosso Brasil não pode ficar à margem da RI 4.0 que é impulsionada novamente pelo giro da Tríplice Hélice.

Precisamos de um PROJETO DE ESTADO centrado na TRÍPICE HÉLICE DO CONHECIMENTO-INOVAÇÂO a qual reunindo as forças dos poderes da Universidade (poder do Conhecimento Científico), do Governo (poder das Leis, poder das Legislações) e da Indústria (poder das Tecnologias, poder da Inovação, poder Econômico) PENSE efetivamente o DESENVOLVIMENTO e o PROGRESO de nossa Nação BRASIL e a MELHORIA DE VIDA dos BRASILEIROS.

Carlos Magno Corrêa Dias
06/05/2017

2017/04/22

Portugueses chegam em Pindorama em 22 de abril de 1500.

         
Na mesma data de hoje, 22 de abril, há 517 anos, em 1500, Pedro Álvares Cabral (1467 ou 1468 - c.1520) chegou em NOSSAS TERRAS. Inicialmente NOSSAS TERRAS foram batizadas pelos portugueses como “Monte Pascoal” (1500), sendo depois denominadas de “Ilha de Vera Cruz” (1500), “Terra Nova” (1501), “Terra dos Papagaios” (1501), “Terra de Vera Cruz” (1503), “Terra de Santa Cruz” (1503), “Terra Santa Cruz do Brasil” (1505), “Terra do Brasil” (1505), até que em 1526 passaram a ser conhecidas com o nome de BRASIL.

Cabe sempre observar que o termo "desc
obrimento do Brasil" não é apropriado senão no contexto de ser mais uma “descoberta” dentre aquelas muitas que totalizaram os “descobrimentos portugueses”. Mas, a data é importante como um marco em nossa história. E a história de uma Nação deve sempre ser referenciada para garantir a sua Soberania.

Lembremos, também, que quando os portugueses desembarcaram em NOSSAS TERRAS naquele dia 22 de abril de 1500 NOSSAS TERRAS já eram “conhecidas” por seus “primeiros habitantes” como “PINDORAMA” (que em tupi-guarani significa “Terra das Palmeiras”).

O BRASIL é dos BRASILEIROS. Reconheçamos e divulguemos nossa história enquanto Nação Soberana.

Carlos Magno Corrêa Dias
22/04/2017

2017/04/17

FEB fez história vitoriosa em Montese.

         
Entre os dias 14 e 17 de abril de 1945, foi travada, durante a Segunda Guerra Mundial, a Batalha de Montese como parte da Ofensiva Aliada da Campanha da Itália. Pelo lado Aliado , combatiam unidades da nossa FEB da1ª Divisão de Infantaria Brasileira (1ª DIE) reforçada por alguns tanques da 1ª Divisão Blindada Americana.

A conquista de Montese marcou significativamente o início da chamada Ofensiva da Primavera. A vitória em Montese contribuiu para o desmantelamento das linhas de defesa alemãs no setor do V Exército e no resto da Itália. É estimado que no confronto ocorreram 426 baixas do lado Aliado. Atualmente, no município de Montese as Tropas Brasileiras são homenageadas com a "Piazza Brasile".
Aos valorosos combatentes da Força Expedicionária Brasileira (FEB) que deram suas vidas pela PAZ, sempre nossas lembranças, saudações e respeito.

Recordando-nos do lema “A COBRA VAI FUMAR” celebramos sempre todos os combatentes brasileiros na Segunda Guerra Mundial. Parabéns pela vitória em Montese.

Carlos Magno Corrêa Dias
17/04/2017

2017/04/14

Nações soberanas são construídas com indústrias fortes.

        
O Conselho Paranaense de Cidadania Empresarial (CPCE), Conselho Temático da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), segue trabalhando e pensando de forma inovadora e sustentável a Indústria Paranaense.

Em primeiro de dezembro de 2016 concluíamos os trabalhos de 2016 quando realizamos a XX Reunião do Conselho Superior do CPCE do qual tenho a grata satisfação de integrar como membro Conselheiro.

       
Foto Divulgação Publicada na Página Oficial do CPCE - 2016



Na oportunidade consideramos os resultados e ações de 2016 e perspectivamos trabalhos futuros para 2017. No encontro fomos apresentados, também, aos Projetos Institucionais do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS).

Fechamos 2016 com ações envolvendo 350 Empresas Signatárias do CPCE do Estado do Paraná que totalizaram 51 eventos que envolveram cerca de 1800 pessoas. Em 2016 publicamos (nós os Conselheiros) diversos textos relacionados com a Sustentabilidade e perspectivamos ações para implementação da Agenda 2030 da ONU e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) considerando sempre a responsabilidade Socioambiental Corporativa.

Ainda naquela ocasião os Diretores Regionais do CPCE apresentaram os resultados de suas Regionais obtidos ao longo de 2016.

INDÚSTRIA FORTE. NAÇÃO SOBERANA.

Carlos Magno Corrêa Dias
14/04/2017

2017/03/20

Universidades Paranaenses no TOP 100 das melhores.

         
De acordo com os Indicadores de Qualidade da Educação Superior 2015 do Brasil, divulgado dias atrás pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) do MEC (Ministério da Educação), o IGC (Índice Geral de Cursos) dos Cursos Avaliados das seguintes Universidades Paranaenses:
PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná),
UEL (Universidade Estadual de Londrina),
UEM (Universidade Estadual de Maringá),
UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa),
UFPR (Universidade Federal do Paraná),
UNICENTRO (Universidade Estadual do Centro Oeste),
UNIOESTE (Universidade Estadual do Oeste do Paraná),
UP (Universidade Positivo) e
UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná),
é 4 (quatro) em uma escala cujo máximo é 5 (cinco).

Assim sendo, somos as MELHORES Universidades do nosso Estado do Paraná e estamos entre as MELHORES Universidades do nosso Brasil.

As Universidades Paranaenses em referência integram, também, o TOP 100 das MELHORES Universidade de nossa Nação no referido ranking.

Parabéns para todas as Equipes que trabalham para alcançarmos semelhante sucesso.

Carlos Magno Corrêa Dias
20/03/2017

2017/03/14

Prolegômenos à filosofia da matemática chamam extensões.

        
Em 489 páginas nos meus PROLEGÔMENOS À FILOSOFIA DA MATEMÁTICA (ISBN: 978-85-88925-08-3) apresento, de forma compendiada e (inevitavelmente) arbitrária, com acentuado apego a juízos de valor, uma exposição que trata da evolução histórica da matemática associada com determinadas concepções filosóficas sobre a mesma matemática para, em paralelo, perspectivar posição lógica racional sobre as matemáticas que os homens insistem em avaliar.

Ressalte-se que em PROLEGÔMENOS À FILOSOFIA DA MATEMÁTICA não é exposta, efetiva ou declaradamente, uma particular filosofia da matemática. Apenas são considerados, extemporaneamente, pressupostos analíticos, lógicos, a priori, para se atingir o aludido propósito o qual, com necessário rigor exigido, já foi exposto ao mundo hodierno para extensões determinantes.

         
     
A obra PROLEGÔMENOS À FILOSOFIA DA MATEMÁTICA foi subdividida em quatro capítulos, os quais, mesclando aspectos históricos com posicionamentos e interpretações particulares, apresentam os temas conforme discriminado a seguir.

No Capítulo I (Evolução Histórica da Matemática), como a própria denominação indica, são apresentadas, de forma condensada, considerações muito gerais sobre o desenvolvimento histórico da matemática.

As correspondentes ponderações não traduzem, entretanto, pontos de vista previamente assumidos uma vez que foi procurado relegar a um segundo plano e, ao máximo, quaisquer simpatias ou antipatias pessoais sobre assuntos ou autores. Levantam-se, basicamente, no primeiro capítulo, considerações que possibilitem vislumbrar, em dada medida, um entendimento a respeito do que se poderia aceitar como matemática (de forma algo extemporânea).

Aponha-se, no entanto, que em PROLEGÔMENOS À FILOSOFIA DA MATEMÁTICA toma-se que não apenas a história da matemática revela, incondicionalmente, os pensamentos mais fantásticos de inúmeras gerações para compreender-se o que é matemática, como, também, a história da lógica matemática pode balizar o respectivo caminho a ser seguido.

Embora o estudo em questão envolva não poucas dificuldades e indefinições, é, entretanto, esclarecedor realizar uma leitura, mesmo que breve e resumida, sobre o desenvolvimento histórico da lógica matemática para auxiliar o entendimento sobre a matemática e promover as devidas extensões para distinção de posições filosóficas pretendidas ou projetadas.

Portanto, no Capítulo II (História Compendiada sobre a Lógica Matemática), apresentam-se informações históricas relacionadas ao desenvolvimento da lógica matemática (ou lógica formal) considerando-se, em particular, os fatos históricos que contribuíram para o possível entendimento dos raciocínios (principalmente dedutivos) envolvidos na matemática.

Para atingir-se uma particular filosofia da matemática é necessário não apenas lançar olhares sobre questões ligadas à evolução histórica da matemática e da lógica matemática como, também, levar em conta o que propuseram as principais escolas filosóficas sobre os fundamentos da matemática.

Nesse sentido, no Capítulo III (Concepções Filosóficas sobre a Matemática), abordam-se considerações panorâmicas sobre aquelas que teriam sido as “principais” escolas concebidas ao longo do desenvolvimento histórico da matemática; as quais tomam posições diferenciadas (ou antes, distintas, mas, também, arbitrárias) no que tange às bases da matemática.

Desconsiderando-se, então, posições de parcialidade sobre a gênese da matemática, apresentam-se no Capítulo III observações particulares sobre o nominalismo, o conceptualismo, o intuicionismo, o realismo, o logicismo e o formalismo (que se não foram as principais tendências, ainda continuam a provocar discussões).

Após a apresentação de considerações pertinentes sobre as eleitas concepções filosóficas sobre a matemática são expostas, no Capítulo IV (Pensadores sobre a Matemática), observações bem pontuais sobre as concepções particulares de julgados importantes pensadores a respeito da matemática.

Pondere-se, entretanto, que a exposição considerada no Capítulo IV é o resultado de estudo arbitrário conduzido tanto sobre as contribuições à matemática quanto sobre a filosofia da matemática inseridas no pensamento de pensadores selecionados segundo diretrizes particulares do autor que, por sua vez, procuraram nortear o caminho a ser seguido para se atingir uma privada (ou particular) filosofia da matemática.

A despeito, porém, do anteriormente considerado, seria no mínimo presunção, em um livro com a natureza de PROLEGÔMENOS À FILOSOFIA DA MATEMÁTICA, esperar que tudo o quanto se relacione com o tema tenha sido tratado especificamente. As muitas omissões que poderão ser encontradas ao longo dos textos justificam-se, entretanto, por ser essa obra (como o título sugere) uma introdução à filosofia da matemática; ou, mais apropriadamente, prolegômenos a uma particular filosofia da matemática.

Como já se observou em oportunidades anteriores, uma obra publicada é, até certo ponto, como um iceberg; porquanto, aquilo que é apresentado (por escolha contingencial do autor) pode constituir-se em apenas uma pequena fração do todo. Além do mais, livro algum surge sem que o autor dispense uma boa parcela de tempo, tenha um propósito estabelecido e sem que receba, necessariamente, algum apoio daqueles que fazem parte de sua vida.

De forma geral, ficam, então, registrados, uma vez mais, meus agradecimentos a todas as pessoas que, em nossas vidas, de uma forma ou de outra, direta ou indiretamente, consciente ou inconscientemente, se empenham por nós e torcem pelo nosso contínuo sucesso.

Acima de tudo, agradeço a DEUS. Sem Sua proteção não estaria eu mais nesse mundo e PROLEGÔMENOS À FILOSOFIA DA MATEMÁTICA não existiria.

Carlos Magno Corrêa Dias
14/03/2017

2017/03/11

Perspectivando extensões no campo da RI 4.0 por meio da Engenharia Lógica.

           
A RI 4.0 (Quarta Revolução Industrial), embora ainda desconhecida de muitos, já passa a ser imprescindível para a humanidade e vem impondo a necessidade de imediata e rápida adaptação ao novo cenário mundial que está sendo transformado muito intensamente. Como toda Revolução Industrial a RI 4.0 vem exigir o enfrentamento de grandes desafios e impondo trabalho intensificado para se determinar as novas soluções para os inúmeros problemas gerados dia após dia sempre com novas perspectivas e extensões.

Assim, surgem robôs autônomos, manufatura aditiva, técnicas de padrões abertos, cloud computing, realidade aumentada, big data analytics, cyber security, machine to machine (M2M), IoT/IIoT, frameworks, smart factory, integração e interoperabilidade, dentre outras possibilidades que invadem nossas vidas e solicitam a atenção e o esforço de todos para as transformações que vão se impondo fortemente.

Com o tema LÓGICA DA COGNIÇÃO COMPUTACIONAL E CONSCIÊNCIA CIBERNÉTICA, propus e coordenei, no Câmpus Curitiba da UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), a realização do VI COLÓQUIO ENTELECHIA LOGICAE (VI COENTELOG) o qual foi desenvolvido na forma de Seminário e objetivou tratar questões de ordem lógica relacionadas com a RI 4.0.

No evento foram apresentados pressupostos Algébricos e Inferenciais Formais da ENGENHARIA LÓGICA necessários para a estruturação de Modelo Lógico particular (estrito) em desenvolvimento no campo da Consciência Cibernética e da Cognição Computacional (ou Computação Cognitiva) para a tomada de decisão lógica em um mundo onde “máquinas constroem máquinas que pensam” e na RI 4.0 (ou, também, chamada Indústria 4.0).



No evento ministrei as palestras CONSCIÊNCIA CIBERNÉTICA TRANSCENDE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL e LÓGICA DA COGNIÇÃO COMPUTACIONAL E CONSCIÊNCIA CIBERNÉTICA. 

Durante o VI COETELOG foram apresentadas, também, as palestras AS RAZÕES DA ENGENHARIA UNIVERSAL NA NOVA ERA COMPUTACIONAL e COGNIÇÃO COMPUTACIONAL REVOLUCIONA AQUISIÇÃO DE CONHECIMENTO.

O conjunto das palestras no VI COENTELOG procurou alguma estruturação lógica e extensões relacionais procedimentais no universo da RI 4.0 para chamar a atenção para o momento de desenvolvimento sem igual pelo qual passa a humanidade atualmente. Perspectivar extensões no mundo da RI 4.0 por intermédio da Engenharia Lógica foi dos principais propósitos do VI COENTELOG.

Carlos Magno Corrêa Dias
11/03/2017

2017/03/10

Qualidade de Cursos da TECNOLÓGICA é reconhecida.

     
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) divulgou dias atrás os Indicadores de Qualidade da Educação Superior 2015 do Brasil.

Mais uma vez a nossa TECNOLÓGICA figura entre as melhores IES (Instituições de Ensino Superior) do Brasil. O Curso de Tecnologia em Design Gráfico do Câmpus Curitiba e o Curso de Administração do Câmpus Curitiba obtiveram conceito 5. Já os Cursos de Tecnologia em Design de Moda de Apucarana, de Ciências Contábeis de Pato Branco, de Administração de Pato Branco e de Design de Curitiba obtiveram conceito 4.

O Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) da nossa jovem TECNOLÓGICA é 4,0.

O IGC é calculado por IES e considera a média do CPC (Conceito Preliminar de Curso) dos cursos avaliados da instituição, no triênio de referência, ponderada pelo número de matrículas, além da média dos conceitos da avaliação trienal da CAPES dos programas de pós-graduação stricto sensu, ponderada pelo número de matrículas.

Com pouco mais de onze anos de existência como Universidade (nos transformamos em IES em 10/07/2005) continuamos a figurar entre as melhores Universidades do país. Parabéns para as nossas Equipes que constroem a TECNOLÓGICA cada vez melhor.

Carlos Magno Corrêa Dias
10/03/2017

2017/02/12

Da Industrialização do Vestuário passaram-se dez anos seguindo na direção da excelência.

          
Em 12 de fevereiro de 2007, foram iniciadas as primeiras aulas do Curso Técnico em Industrialização do Vestuário do Câmpus Apucarana da TECNOLÓGICA (Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR), o qual passou a ser denominado, em 2008, Curso Técnico em Vestuário e, em 2012, Curso Técnico em Modelagem do Vestuário.

Hoje, consolidado, o Câmpus Apucarana da TECNOLÓGICA oferta um Curso Técnico, dois Cursos de Tecnologia, três Cursos de Engenharia, um Curso de Licenciatura e um Curso de Mestrado e completa dez anos de existência.

O Câmpus Apucarana da UTFPR ao cumprir sua Missão de promover a educação de excelência por meio do ensino, pesquisa e extensão, interagindo de forma ética e produtiva com a comunidade para o desenvolvimento social e tecnológico segue sua caminhada de vitórias e vem tornando-se referência em Educação em nosso Estado do Paraná e no Brasil.

Parabéns para as Equipes da TECNOLÓGICA de Apucarana.

Carlos Magno Corrêa Dias
12/02/2017

2017/02/11

Resiliência Corrompida.

    
A vergonha é mãe desventurada que trai os próprios filhos por um pouco de misericórdia.

Carlos Magno Corrêa Dias
11/02/2017