2017/07/29

Um quarto de século dedicado à centenária TECNOLÓGICA.

           
Pelo Termo de Posse de 28 de julho de 1992, que assinei perante o Diretor Geral do então Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (CEFET-PR), tomava posse como Professor de Ensino Superior do CEFET-PR. Pela Portaria número 494, de 22 de julho de 1992, publicada no Diário Oficial da União de 28 de julho de 1992, era eu nomeado Professor de Ensino Superior daquela Instituição de Ensino.

Assim, na data de 28 de julho de 2017, completei 25 (vinte e cinco) anos como Professor de Ensino Superior da hoje denominada Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Instituição de Ensino centenária e reconhecidamente como uma das mais importantes Instituições de Ensino de nosso Estado e de nossa Nação.

É uma honra sem igual poder integrar a história da centenária UTFPR que teve sua inauguração como Escolas de Aprendizes Artífices em 16 de janeiro de 1910 e foi se transformando até conquistar a condição de Universidade em 7 de outubro de 2005.

Contabilizar como Servidor Público Federal quase um quarto da História da centenária TECNOLÓGICA (UTFPR) é um privilégio e ao mesmo tempo motivo de grande satisfação profissional. Poder contar a história profissional integrada à história da TECNOLÓGICA é prêmio dos mais significativos para o Professor que lá em 1992 prestara concurso público para exatamente exercer a função de Professor de Ensino Superior.

A poucos meses de completar quatro décadas de Atuação Profissional e trinta anos como Professor Universitário é, também, uma alegria ímpar ter nestes vinte e cinco anos de atuação como Docente no Ensino Superior na hoje UTFPR mais de sessenta e cinco por cento da história de Vida Profissional contada na TECNOLÓGICA.

É júbilo sem igual, também, registrar mais de meio século ajudando a construir a TECNOLÓGICA que almejamos.

Carlos Magno Corrêa Dias
29/07/2017

2017/07/25

O Escritor chama pela escrita o pensar das possibilidades de transformar o mundo.

          
Hoje, 25 de julho, é o Dia Nacional do Escritor.

Para o Escritor transformar o mundo por intermédio das palavras não é uma necessidade como muitos insistem em proclamar. O Escritor apenas escreve, por necessidade, é claro, mas para comunicar ou passar ideias nas quais acredita são suficientes para possibilitar a transformação contínua do mundo.

Celebremos nesta data todas as Pessoas dedicadas às palavras escritas que registram ideias que possibilitam o pensar a todos que podem pensar as necessárias transformações do mundo.

Carlos Magno Corrêa Dias
25/07/2017

2017/07/18

Universidades Brasileiras são destaque em ranking internacional.

             
O Times Higher Education classificou 32 (trinta e duas) Universidades Brasileiras entre as melhores Universidades do mundo em novo resultado divulgado no mês de julho de 2017 quando publicou o Times Higher Education Latin America University Rankings 2017.

Na classificação em referência foram avaliadas 81 (oitenta e uma) Universidades e deste total 39,61% são Universidades Brasileiras; ou seja, próximo de 2/5 do total das melhores Universidades da América Latina segundo o Times Higher Education são Brasileiras. Nossas 32 (trinta e duas) Universidades Brasileiras ao comporem o rol das melhores Universidades da América Latina integram, também, o conjunto das melhores Universidades do Mundo. Importante salientar que 18 (dezoito) de nossas Universidades Brasileiras classificadas no ranking em referência formam o TOP 50 (36% deste total).

Observe-se que no TOP DEZ das Melhores Universidades da América Latina daquele ranking 50%, a metade, é constituída de Universidades Brasileiras. Melhor, ainda, as duas primeiras classificadas são nossas Universidades: (Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) em primeiro lugar e Universidade de São Paulo (USP) em segundo. As outras três são: Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

O Times Higher Education é um dos rankings institucionais de maior prestígio do mundo e é considerado um dos mais relevantes na área de Educação Superior.

Os critérios avaliados pelo Times Higher Education são divididos em: ensino (ambiente de ensino), pesquisa (volume, investimento e reputação), citações (influência em pesquisa), perspectiva internacional (docentes, estudantes e pesquisadores) e transferência de conhecimento para a indústria (inovação).

Nossas Universidades Paranaenses Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Estadual do Paraná (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM) e Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) integram as Melhores Universidades da América Latina segundo o Times Higher Education.

Especial atenção se deve dar à nossa PUC-PR que é classificada como a primeira colocada dentre as Universidades Públicas e Privadas no Paraná.

A lista completa em ordem de classificação das Universidades Brasileiras é a seguinte; qual seja:
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP),
Universidade de São Paulo (USP),
Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP),
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio),
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG),
Universidade Estadual de São Paulo (UNESP),
Universidade Federal do ABC (UFABC),
Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC),
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS),
Universidade Federal de São Carlos (UFSCar),
Universidade de Brasília (UnB),
Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ),
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE),
Universidade Federal de Viçosa (UFV),
Universidade Federal do Ceará (UFC),
Universidade Federal Fluminense (UFF),
Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR),
Universidade Federal de Goiás (UFG),
Universidade Federal de Lavras (UFLA),
Universidade Federal do Paraná (UFPR),
Universidade Federal de Pelotas (UFPel),
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN),
Universidade Estadual de Londrina (UEL),
Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP),
Universidade Presbiteriana Mackenzie,
Universidade do Vale dos Sinos (Unisinos),
Universidade Estadual de Maringá (UEM),
Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG),
Universidade Nove de Julho (UNINOVE),
Universidade Estadual da Bahia (UNEB), e,
Universidade do Vale do Itajaí (Univali).

Parabéns para nossas Universidades ranquearas.

Carlos Magno Corrêa Dias
18/07/2017

2017/07/05

Luz que brilhou sobre o mundo continua a iluminar.

          
Para muito além dos dogmas Giovanni di Pietro di Bernardone (1182-1226), o São Francisco de Assis, nos ensinou, de forma efetiva e inteligível, como dialogar com o mundo, aparentemente, sempre hostil e mudo para o homem comum, ao proclamar responsivamente: “Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível”.

Em 5 de julho, dia de nascimento de São Francisco de Assis, celebramos com nossa lembrança, admiração e respeito aquele que foi uma "luz que brilhou sobre o mundo" e que soube afirmar sem hesitar a bondade e a maravilha da criação, que se dedicou aos mais pobres dos pobres e que amou todas as criaturas chamando-as de irmãos. PAZ e BEM.

Carlos Magno Corrêa Dias
05/07/2017

2017/06/30

A miséria dos miseráveis rouba a dignidade do miserável.

            
“Victor Hugo era um louco que se considerava Victor Hugo”. “Infelizmente, Victor Hugo foi o maior poeta da França”. “Victor Hugo era um surrealista genial e ao mesmo tempo um tolo sem antecessor”. Independentemente de como Victor Hugo seja considerado pelos seus admiradores ou detratores, sua influência persiste. Mas, em particular, seus “Les Misérables” incomoda, agride, oprime, pois ao escancarar a miséria no seu sentido absoluto, sem disfarces, exige de seus leitores renovadas e intensificadas reflexões sobre a dignidade humana roubada dos homens pelos próprios homens.

Na data de 30 de junho de 2017 celebramos 155 anos da publicação de "Les Misérables”.

Ao Mestre Victor-Marie Hugo (1802 - 1885) nossa lembrança, respeito e saudação.

Carlos Magno Corrêa Dias
30/06/2017

2017/06/04

Brasil vitorioso chama soberania.

         
Apesar das “mazelas” que nos tornam miseráveis e nos mantém subdesenvolvidos em diversos campos e sob distintos aspectos existe um Brasil pujante, orgulhoso e competitivo mundialmente que muitos dos Brasileiros não conhecem (ou que não é tornado visível aos Brasileiros).

Em Competições Internacionais tais como: IBO (International Biology Olympiad), IChO (International Chemistry Olympiad), IJSO (International Junior Science Olympiad), IMO (International Mathematical Olympiad), IMOF (International Mathematical Olympiad Foundation), IOAA (International Olympiad on Astronomy and Astrophysics), IOI ((International Olympiad in Informatics), IPhO (International Physics Olympiad), IYPT (International Young Physicists' Tournament), OIAB (Olimpíada IberoAmericana de Biologia), OIAQ (Olimpíada IberoAmericana de Química), SHELL-ECON-MARATHON, dentre outras, os Jovens Estudantes Brasileiros arrasaram e demonstraram a supremacia que possuem conquistando Medalhas, Certificados de Excelência e Primeiros Lugares em quantidades que ano após ano só fazem aumentar.

Recentemente o nosso BRASIL, por intermédio de Estudantes do SENAI, sagrou-se o grande CAMPEÃO no WorldSkills (Torneio Internacional de Educação Profissional) promovido pela Internacional Vocation Training Organization quando passamos a ser reconhecidos como a MELHOR EDUCAÇÃO PROFISSINAL do planeta.

Assim é necessário que Escolas, Colégios, Institutos, Universidades e toda Rede de Ensino Brasileira conheça e venha replicar o Modelo de Educação Brasileira que há anos está dando certo e nos torna seguidamente Campeões no Mundo.

É inaceitável, porém que sejamos Campeões em Olimpíadas Internacionais de Conhecimento sobre Matemática, Física, Química, Biologia, Informática, dentre outras Ciências, e nos mantenhamos disputando (insanamente) os últimos lugares no PISA (Programa Internacional de Avaliação de Estudantes) da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e em outras importantes avaliações internacionais sobre Educação, ano após ano, durante décadas.

Carlos Magno Corrêa Dias
04/06/2017

2017/05/28

Conferência sobre pesquisas para alcance dos ODS.

           
Nos dias 13 e 14 de setembro de 2017, em Curitiba, será realizada a quarta edição da CONFERÊNCIA DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA RESPONSÁVEL cujo tema será NOVAS QUESTÕES DE PESQUISA PARA O AVANÇO NA IMPLEMENTAÇÃO DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL.

Promovida pela Rede Brasil do Pacto Global da ONU, pelo PRIME Brasil e pelo Escritório do PNUD Brasil, com organização conjunta da USP, da Fundação Instituto de Administração (FIA) e do PRIME Brasil, com apoio do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Sistema FIEP), a conferência tem como foco a discussão de pesquisas em colaboração com empresas, políticos, ONGs, mídia e outras partes interessadas no papel dos negócios na sociedade, no desenvolvimento sustentável e na educação executiva responsável.

A partir de setembro de 2015, quando a ONU adotou os ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), criou-se no mundo um clima favorável para o desenvolvimento de ações direcionadas para se alcançar o Desenvolvimento Sustentável e o cumprimento da chamada Agenda 2030 da ONU que engloba os 17 ODS e suas 169 Metas. Desde então inúmeros campos de investigação e pesquisas são possibilitados.

O Pacto Global da ONU (United Nations Global Compact) é uma iniciativa proposta pela ONU para encorajar Empresas a adotar Políticas de Responsabilidade Social Corporativa e Sustentabilidade; pretendendo o desenvolvimento de um mercado global mais inclusivo e sustentável no qual seja possível dar uma dimensão social a globalização (conheça mais em: http://www.pactoglobal.org.br/).

Os PRIME (Principles for Responsible Management Education), em português “Princípios para Educação em Gestão Responsável”, seguindo a filosofia estabelecida pelo Pacto Global para as Empresas, constituem princípios semelhantes direcionados, especificamente, entretanto, para Instituições de Ensino (conheça mais em: http://prmebrazil.com.br/).

O PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) tem como missão buscar o alinhamento de seus serviços às necessidades de um país dinâmico, multifacetado e diversificado. O PNUD almeja contribuir no combate à pobreza, no desenvolvimento humano e no crescimento do país nas suas áreas prioritárias (conheça mais em: http://www.br.undp.org/).

A IV CONFERÊNCIA DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA RESPONSÁVEL pretende reunir Educadores, Pesquisadores, Gestores de Universidades, Estudantes, Empresários, Governo e Organizações da Sociedade Civil para juntamente com representantes do Pacto Global, do PRIME e do PNUD avaliar os avanços que podem ser atingidos na geração de conhecimentos e na aquisição de habilidades para integrar a gestão responsável e o desenvolvimento sustentável.

Inscrições e mais informações sobre IV CONFERÊNCIA DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA RESPONSÁVEL podem ser obtidas no endereço: http://rmeconference.com/.

Carlos Magno Corrêa Dias
28/05/2017

2017/05/14

Números que chamam resiliência imediata.

          
No Brasil, o quinto país mais populoso do mundo, estima-se que um terço da População ou “normalmente” não come o suficiente ou “eventualmente” passa fome.

No mesmo Brasil, cerca de 43% dos Brasileiros ou “não concluíram” ou “simplesmente não cursaram” o Ensino Fundamental. Aproximadamente 15 milhões de Brasileiros são “analfabetos absolutos”. 18% dos Brasileiros são “analfabetos funcionais”. Mais de 96 milhões de Brasileiros não possuem o Ensino Médio completo e menos de 11% concluíram o Ensino Superior.

Semelhante cenário é triste, estarrecedor, absurdo; principalmente, por se tratar da nona maior economia mundial. Como as evidências mostram, estamos ficando “bons em gerar pobreza, muita pobreza”.

Precisamos, então contribuir para mudar (o mais brevemente possível e efetivamente) esta absurda realidade ultrajante a qual muito nos envergonha.

Um caminho que se apresenta para instituirmos as mudanças necessárias é unirmos nossas forças em prol do alcance dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável), os quais, embora pensados para o global e universalmente aplicáveis, permitem, também, instanciar políticas públicas e promover o desenvolvimento de ações nos âmbitos regional e local.

Conheçamos os ODS: http://www.br.undp.org/content/brazil/pt/home/post-2015/.

Carlos Magno Corrêa Dias

14/05/2017

2017/05/06

Tríplice Hélice: prerrogativa para o desenvolvimento das Nações.

            
Nas grandes Nações Soberanas a Tríplice Hélice esteve girando durante a Primeira Revolução Industrial (entre os séculos XV e meados do século XVIII) quando o trabalho artesanal passou a ser substituído pelo trabalho assalariado e com o uso das máquinas.

DIAS, C. M. D. - 2016

A Tríplice Hélice garantiu o desenvolvimento da Indústria 2.0 (Segunda Revolução Industrial) a partir de 1860 com o emprego do aço, da energia elétrica e de produtos químicos, promovendo, em contrapartida, a transformação do capitalismo industrial em capitalismo financeiro. 

Iniciava-se por volta de 1970 a RI 3.0 (Terceira Revolução Industrial) com o desenvolvimento da Informática e da Robótica. A Indústria 3.0 chamou mais fortemente a integração entre conhecimento científico e a produção industrial promovendo, também, a instrumentalização da Economia Financeira (Economia de Mercado) onde a atuação da Tríplice Hélice foi apenas fundamental.

Uma Quarta Revolução Industrial (Indústria 4.0 ou RI 4.0), marcada pela convergência de tecnologias digitais, físicas e biológicas aplicadas aos processos de produção e ao cotidiano das pessoas, já começou e vem evoluindo de forma intensificada e com velocidade cada vez mais ampliada sendo incondicionalmente garantida e impulsionada pela união de forças entre Academia, Indústria e Governo nos mundos que estabelecem Projetos de Estado centrados em semelhante simbiose.

Chegar mais uma vez atrasado na atual Revolução Industrial custará, como sempre foi, muito caro ao nosso Brasil. Nosso Brasil não pode ficar à margem da RI 4.0 que é impulsionada novamente pelo giro da Tríplice Hélice.

Precisamos de um PROJETO DE ESTADO centrado na TRÍPICE HÉLICE DO CONHECIMENTO-INOVAÇÂO a qual reunindo as forças dos poderes da Universidade (poder do Conhecimento Científico), do Governo (poder das Leis, poder das Legislações) e da Indústria (poder das Tecnologias, poder da Inovação, poder Econômico) PENSE efetivamente o DESENVOLVIMENTO e o PROGRESO de nossa Nação BRASIL e a MELHORIA DE VIDA dos BRASILEIROS.

Carlos Magno Corrêa Dias
06/05/2017

2017/04/22

Portugueses chegam em Pindorama em 22 de abril de 1500.

         
Na mesma data de hoje, 22 de abril, há 517 anos, em 1500, Pedro Álvares Cabral (1467 ou 1468 - c.1520) chegou em NOSSAS TERRAS. Inicialmente NOSSAS TERRAS foram batizadas pelos portugueses como “Monte Pascoal” (1500), sendo depois denominadas de “Ilha de Vera Cruz” (1500), “Terra Nova” (1501), “Terra dos Papagaios” (1501), “Terra de Vera Cruz” (1503), “Terra de Santa Cruz” (1503), “Terra Santa Cruz do Brasil” (1505), “Terra do Brasil” (1505), até que em 1526 passaram a ser conhecidas com o nome de BRASIL.

Cabe sempre observar que o termo "desc
obrimento do Brasil" não é apropriado senão no contexto de ser mais uma “descoberta” dentre aquelas muitas que totalizaram os “descobrimentos portugueses”. Mas, a data é importante como um marco em nossa história. E a história de uma Nação deve sempre ser referenciada para garantir a sua Soberania.

Lembremos, também, que quando os portugueses desembarcaram em NOSSAS TERRAS naquele dia 22 de abril de 1500 NOSSAS TERRAS já eram “conhecidas” por seus “primeiros habitantes” como “PINDORAMA” (que em tupi-guarani significa “Terra das Palmeiras”).

O BRASIL é dos BRASILEIROS. Reconheçamos e divulguemos nossa história enquanto Nação Soberana.

Carlos Magno Corrêa Dias
22/04/2017